quinta-feira, 2 de julho de 2015

Fãs de Angra, suas vidas não serão mais as mesmas!

Para os aficionados em games e principalmente Angra, sua vida acaba de mudar! Pra quem pegou a época dos videogames em 8-Bits (Atari, NES, Master System), esse áudio característico faz a alegria dos marmanjos, principalmente quando traduzidas para as músicas de bandas que tanto adoramos!

Algum maluco resolveu transformar a discografia do Angra em 8-Bits. O resultado? Simplesmente ANIMAL!

Confiram como ficou a brincadeira:















13 Metal Compilation: coletânea portuguesa lança novo volume!

A HELL DIVINE tem orgulho em apoiar mais uma edição da 13 Metal Compilation!

Esta edição conta com 13 bandas portuguesas e também com outras 13 espanholas! Ao todo são 26 músicas de trabalhos lançados no primeiro semestre de 2015.

Download gratuito em Mediafire ou Facebook


Tracklist:

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Hell Divine Nº 23: Nova edição da revista está online!


A vigésima terceira edição da revista online HELL DIVINE já está disponível, trazendo como matéria de capa a banda brasileira DR.SIN

Confira as demais entrevistas:
AGE OF ARTEMIS
BIO-CANCER (Grécia)
IMMORTAL GUARDIAN (Eua)
UNMASKED BRAINS
MARMOR
DRAGONHEART
COLIN MARKS (ARTISTA GRÁFICO)

Ao todo são 56 páginas, contendo diversas colunas, além de resenhas de CDs, DVDs e shows. A revista está disponibilizada em formato PDF, mas, pode ser visualizada na tela sem necessidade de download. Para fazer o download gratuito da revista, acesse o link informado abaixo.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Dica da semana: The Ocean


Se você ainda não conhece a banda The Ocean, deveria.

Uma das bandas mais incríveis dos últimos anos. Confiram o processo de gravação do seu álbum mais recente, "Pelagial":



Review: Syren – Motordevil


Por Pedro Humangous.

Apesar do calor intenso, a chama do Heavy Metal havia se esfriado no Rio de Janeiro há alguns anos. Porém, é óbvio que não deixariam o fogo se apagar e as bandas jogaram lenha nessa fogueira, atiçando a cena novamente! De uns anos pra cá temos visto grandes bandas surgindo e ressurgindo, apresentando trabalhos excelentes. Estamos diante de mais um belo exemplo, “Motordevil” da banda carioca Syren! Liderada pelo vocalista Luiz Syren, o grupo é formado ainda por Maurício Martins (baixo), Julio Martins (bateria) e Guilherme De Siervi (guitarras). A arte da capa, no melhor estilo “Twisted Metal” (clássico jogo de videogame), já demonstra o que podemos esperar da sonoridade: uma locomotiva do inferno, pronta para te atropelar com seu Heavy Metal Tradicional, robusto, certeiro e empolgante! Lançado pela Shinigami Records, “Motordevil” traz dez faixas bem estruturadas, com uma qualidade incrível de gravação, com composições maduras, dignas de bandas veteranas. As guitarras ganharam um timbre elegante, com o peso na medida certa entre a agressividade e a melodia, o baixo encorpado contrasta perfeitamente com a bateria nervosa, sempre bem encaixada, preenchendo todo e qualquer espaço que possa ficar vazio. O destaque mesmo fica por conta dos vocais insanos do Luiz, uma voz potente e perfeita para a proposta sonora da banda – lembra muito o Bruce Dickinson em sua carreira solo. O som é ao mesmo tempo tradicional e moderno, repleto de peso e criatividade que permeiam por todas as faixas, fazendo com que a audição do disco seja prazerosa – um convite aberto ao headbanging! Minhas favoritas são “Fighter” (que riff viciante!), “Motordevil” (apesar do refrão meio confuso, conta uma introdução de tirar o fôlego) e “The Prophecy Of Marduk” (excelente música para fechar o disco). Senti falta de alguns vocais dobrados e de refrãos mais marcantes, mas de forma alguma isso prejudica o resultado final do trabalho. O caminho já está aberto e o trem desgovernado do Syren já pode passar, pois o sucesso os espera na linha de chegada! Banda com grande potencial e um belo futuro pela frente, recomendo a todos uma audição urgente desse álbum! Nota: 8,0


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Julgando o livro pela capa

Por Pedro Humangous

Algo vem me incomodando há bastante tempo nas bandas de Melodic e Power Metal: as capas.
Sim, as capas. Mas será que alguém liga para isso?

Já dizia o velho ditado: “não julgue um livro pela capa”.

Mas em tempos modernos, onde é tudo consumido em frações de segundo, onde a venda do material físico praticamente inexiste e um tsunami de bandas invade sua tela a cada dia, como ignorar esse diferencial que é a identidade do disco?

Já foi comprovado, artes de capas mais atrativas vendem mais discos.
Se você tem uma banda e não se preocupa com isso, deveria.

Não é à toa que grandes artistas se destacaram tanto mundialmente como Gustavo Sazes, Marcelo Vasco, Andreas Marshall, Colin Marks, Caio Caldas, Carlos Fides, etc.

Mas vocês notaram que 90% das capas de bandas de Melodic e Power Metal atuais parecem todas a mesma? É simples, a maioria está sendo feita pelo mesmo cara: o colombiano Felipe Machado Franco. E a arte dele é ruim? Pelo contrário, é maravilhosa. Não seria escolhida por tantas bandas se não fosse tão boa, óbvio. O problema não é esse. O incômodo fica por conta da mesmice, pela quantidade exacerbada de bandas do mesmo segmento optando por esse estilo. Ele também não traz nada de novo, é a quase sempre mesma coisa, previsível: fundo colorido esfumaçado com algum ser centralizado e um ponto de luz.

O que deveria ser atrativo aos olhos, acaba afastando, trazendo o inevitável pensamento: “olha lá, mais uma daquelas bandas...”

Tem tanto artista bom trabalhando com tanta técnica diferente, que não consigo entender o motivo de tanta banda escolher a mesma pessoa. É um ciclo vicioso e perigoso para o próprio mercado.
Para se destacar hoje em dia, não basta ser somente bom, tem que ser diferente.

No fim, repito a pergunta: mas será que alguém liga para isso?

Concorda? Discorda? Opine!

Para quem quiser conhecer mais do trabalho do artista acesse: http://finalfrontier.thunderblast.net/covers2007.html










sexta-feira, 24 de abril de 2015

Optical Faze: Banda comemora 15 anos de carreira e lança música nova!


A banda brasiliense Optical Faze está comemorando 15 anos de existência! O presente para os fãs vem através de dois lançamentos muito especiais: o lyric vídeo para uma música inédita chamada “Svbstance”, e o primeiro DVD da carreira, que já foi para a fábrica e em breve mais informações serão reveladas!

“Svbstance” foi produzida pela própria banda, gravada no Casebre Produções Musicais, em Goiânia, e mixada pelo renomado Rhys Fülber (produziu bandas como Paradise Lost e Fear Factory), em Los Angeles.

Confiram o vídeo: 


Para ficar por dentro de tudo o que acontece com a banda e ter acesso ao conteúdo exclusivo e em primeira mão, acesse os sites oficiais da banda:

domingo, 19 de abril de 2015

Review: Crucifixion BR – Destroying The Fucking Disciples Of Christ


Por Pedro Humangous

Não tem jeito, o brasileiro gosta mesmo é de Metal mais extremo. A maioria das novas bandas caminha por esse lado (principalmente no Nordeste do país), e as antigas permanecem fiéis ao estilo – seja ele qual vertente for. Meu primeiro contato com o Crucifixion BR foi através do EP “War Against Christian Souls”, quando a banda já davas passos firmes em direção ao seu primeiro disco completo. Quase vinte anos desde a sua formação (1996), finalmente é lançado “Destroying The Fucking Disciples Of Christ”, o primeiro álbum da carreira. O grupo gaúcho é formado por Juliana Novo “Darkmoon” (bateria) e Márcio Guterres “Lord Grave War” (vocais, guitarras e baixo), e apresentam um Black Metal ríspido, veloz e agressivo, cheio de blasfêmias explícitas em suas letras. As músicas são violência pura, com a base no Black Metal Tradicional, puxado pro Raw, com alguns toques de Thrash e Death Metal também, lembrando bastante os primórdios do estilo. A gravação fez questão de deixar tudo bem seco e reto, misturando a modernidade com a pegada latente do old school. O resultado final é satisfatório e bem típico do estilo, porém, em alguns momentos há uma falta de balanço e o som acaba embolando, as guitarras ficaram um pouco abafadas, principalmente com o vocal mais alto na mixagem – mas com o tempo você acaba se acostumando. As composições são bem variadas, com mudanças de passagens e inclusões de partes acústicas e atmosféricas no violão, bem interessantes por sinal. Na arte da capa existem partes bem bonitas e outras montagens que ficaram um pouco deslocadas, no geral acabou ficando com informação em excesso. Existem bons momentos durante a audição, principalmente nos riffs apocalípticos das guitarras, lembrando uma mistura de Slayer com Black Sabbath (ouça “Slaves Of Christ” e comprove). Os vocais do Márcio são muito bons, agressivos e agudos na medida certa, ganhando pontos extras pelas variações ao longo das músicas. O Crucifixion BR é uma boa banda, tem bons elementos e técnica suficiente para dar bons frutos, mas acredito que a produção do trabalho não tenha ajudado no resultado final. Se você curte Black Metal e valoriza o Metal Nacional, vale conferir e tirar suas próprias conclusões. Potencial eles têm de sobra, ficarei de olho na banda daqui pra frente. Nota: 7,0


Track List:
01. War Against Christian Souls 
02. Crucifixion 
03. Eternal Judgement 
04. Dead Generations 
05. End of a Life 
06. Apocalyptic Sentence 
07. Slaves of Christ 
08. Future Memories of a Hell 
09. In the Shadows of Obscurity 
10. I’m Dead 
11. Soul’s Rupture 
12. Destroying the Fucking Disciples of Christ 
13. Schizo (Venom Tribute)

Contatos: 

Gravadora:
Shinigami Records

sábado, 18 de abril de 2015

Review: Panzer – Louder Day After Day (Live Panzer Experience)


Por Pedro Humangous

Após 10 anos parados, o Panzer retornou com força total, esbanjando garra, talento e profissionalismo através de ótimos lançamentos. Após o muito bem recebido “Honor”, o grupo nos brinda com um registro em áudio e vídeo (DVD + CD) apresentando um apanhado geral de sua ótima carreira. A captação das imagens e do som ficou incrível, apesar de simples esteticamente (com poucas câmeras e sem efeito algum), o recado foi muito bem dado e o foco principal fica nas músicas em si e na apresentação infernal dos caras! Rafinha (vocalista) agita sem parar e empolga os presentes com seu vocal cavernoso e urrado. Rafael DM (baixista) é outro “doente” que se apresenta de forma exemplar, andando de um lado para o outro e visivelmente se divertindo enquanto toca! Edson (bateria) e André (guitarras) já ficam mais compenetrados e focados na técnica absurda que dedicam às composições. O show conta com 14 músicas que englobam todos os lançamentos do grupo até o momento – com foco principal no último disco – e destilam o veneno através de um Thrash Metal repleto de Groove e com doses extras de Stoner. O material foi captado em abril do ano passado no estúdio Espaço Som e contou com um público discreto, mas fiel. No meio do set list, o vocalista da banda Woslom, Silvano Aguilera, é convidado a subir no palco e cantar a faixa “Savior”, o resultado não podia ter sido outro: animal! O DVD vem no formato Paper Sleeve, bem bacana. Nos extras temos alguns videoclipes (com destaque para animação feita para a música “Alma Escancarada”) e algumas fotos. No CD que acompanha esse lançamento, além de ter todas as músicas do show, ainda conta com 3 faixas bônus do EP “Brazilian Threat”, ou seja, pacote completo para os fãs! É o Metal brasileiro mostrando sua força e não deixando a desejar em absolutamente nada em relação ao que é feito lá fora. Valorize nossas bandas, adquira o material original e compareça nos shows, o Panzer definitivamente merece! Nota: 8,0


DVD: 
01. Speedy 
02. Affliction 
03. Red Days 
04. The Morning After 
05. The Last Man On Earth 
06. Heretic 
07. Intruders 
08. Savior 
09. I Wanna Make You Pay 
10. Burden of Proof 
11. Victim of Choices 
12. Rejected 
13. N.S.A. 
14. Rising 

CD: 
01. Speedy 
02. Affliction 
03. Red Days 
04. The Morning After 
05. The Last Man On Earth 
06. Heretic 
07. Intruders 
08. Savior 
09. I Wanna Make You Pay 
10. Burden of Proof 
11. Victim of Choices 
12. Rejected 
13. N.S.A. 
14. Rising 
* 15. Burden of Proof 
* 16. Red Days 
* 17. Hastening to Death 
* * EP "Brazilian Threat" 

Formação: 
Rafinha Moreira – Vocais 
André Pars – Guitarras 
Rafael DM – Baixo, backing vocals 
Edson Graseffi – Bateria 

Contatos:

Gravadora: 
Shinigami Records

O Metalcore não chegou no Brasil?


Ao ver como algumas importantes bandas desse estilo simplesmente foram ignoradas pelo público brasileiro, é essa a sensação que tenho: será que o Metalcore (aquele tipicamente americano) não chegou no Brasil? A "moda" já chegou e já foi embora dos Estados Unidos e os principais grupos daquela época ou evoluíram seu som ou simplesmente não existem mais. Percebi que tudo que leva o nome "Core" é mal visto pela maioria dos bangers brasileiros. Talvez seja algo cultural mesmo, talvez o estilo predominante em nossas terras seja o Thrash Metal (pela influência do Sepultura) ou quem sabe o Metal Melódico (por ser mais fácil de assimilar e pela influência do Angra). Algumas gravadoras nacionais se arriscaram no mercado trazendo discos importantes de algumas bandas do Metalcore e confesso que não sei se as vendas foram muito boas, não vejo o público comentando sobre o God Forbid, o Chimaira, o Unearth ou quem sabe o Shadows Fall. Trabalho na cena musical há pelo menos seis anos e pude perceber esse "descaso" da maioria em relação ao estilo. Alguém comentou algo sobre o excelente lançamento do The Acacia Strain? Viu por ai alguma resenha ou entrevista do Miss May I? Os grupos que mais se destacaram nesse cenário foram Trivium, As I Lay Dying, Lamb Of God e Killswitch Engage.

Recentemente estive ouvindo bastante o disco "Constitution Of Treason" do God Forbid e o "Resurrection" do Chimaira e vou te dizer uma coisa, que álbuns fantásticos! Deixo abaixo um vídeo de cada na esperança de que algo mude na mentalidade e na realidade do Metal vivido por aqui. Stay Core!